Palavra

A morte do eu . . .

A morte do eu . . .

A morte do eu . . .

“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo si negue…” (Lc 9.23)

O chamado de Cristo para as nossas vidas é um chamado para a morte do eu, uma entrega absoluta a Deus. Ele não quer simplesmente fazer parte da nossa história, Ele quer ser o centro dela.

Quando Jesus chamou seus discípulos deixou claro para eles o propósito do chamado. Na perspectiva do mundo a Sua franqueza em chamar pessoas para segui-Lo parece ser exagerada. Hoje, se alguém quisesse “vender” um estilo de vida tão exigente, uma entrega tão total, provavelmente contrataria a firma mais sofisticada de publicidade para descrever detalhadamente, numa campanha ilustrada os benefícios de tal decisão, fim de que as pessoas se interessassem por este estilo de vida.

Mas Jesus é honesto e direto: para compartilhar de sua glória, primeiro a pessoa terá de compartilhar de sua morte.

Jesus nunca implorou para que alguém o seguisse. Ele é o Senhor dos senhores e Rei dos reis. Seu chamado aos discípulos foi uma ordem; ordenou a cada pessoa que renunciasse a seus próprios interesses, abandonasse seus pecados e obedecesse completamente a Ele. Esperava obediência de todos. E, homem algum, jamais, recebeu algum louvor por ter obedecido à ordem de segui-Lo e tornar-se seu discípulo; era o que se esperava de todos (Lc 17.10).

Ninguém que compreenda o propósito da salvação ousaria especular que uma pessoa pudesse ser salva sem aceitar o senhorio de Cristo. Cristo não pode ser o Senhor da minha vida se eu for o senhor dela. Ele não vai ocupar o trono dos nossos corações se ele estiver ocupado.

Sem. Harlows

Estudo JIPS

À partir dessa semana começaremos uma serie de estudos, semanalmente, e vai tratar de vários assuntos.

Os estudos estão impressos nos Boletins do culto JIPS aos Sábados e postado aqui no Blog na Segunda-Feira no periodo da tarde.

O primeiro estudo vai falar sobre o “significado da salvação”, se você tiver algum assunto para Estudo, nos mande um e-mail para jipscomunicacao@gmail.com

Se você tiver dúvidas sobre o Estudo, pode mandar um e-mail para nosso seminarista Harlows, halows.lindy@hotmail.com.

Aos Missionários . . .


O Senhor da Seara está levantando trabalhadores para o campo. Esta é a grande certeza desse grupo que Deus está enviando à cidade de Pau Brasil no Sul da Bahia. Mas, é necessário que cada missionário tenha o seu coração aquecido pelas seguintes verdades:

Primeira, jamais poderemos perder de vista a graça do Deus Soberano que nos deu vida estando mortos em nossos delitos. Ele nos amou, e demonstrou esse amor por meio da morte de Cristo por nós sendo nós ainda pecadores. Hoje como filhos benditos alegramo-nos na vida de verdadeiros adoradores, que desfrutam da companhia fiel e bondosa do Senhor.

Segunda, somos missionários despertados pelo Espírito Santo para proclamar o evangelho da salvação onde quer que estejamos, a fim de que pessoas sejam libertas e vivam a vida de adoração ao Deus de toda a glória, possuindo a vida abundante oferecida em Cristo.

Terceira, somos enviados por Cristo, Àquele que tem toda a autoridade quer no céu quer na terra, para proclamar a Verdade que liberta e prescreve os motivos, objetivos e métodos que agradam a Deus e devem estar presentes em nossa pregação.

Quarta, a nossa missão é coroada do sucesso que procede de Deus, pois Ele nos envia, sustenta, habilita e tem poder para salvar o perdido. A nós compete amor, submissão, dependência, humildade e gratidão pelo que Ele fez e fará.

Harlows P. Rocha

Culto do JIPS – 13/06/09 -RESUMO-

“Vai tudo Bem?

Texto: 2Reis 5.19-27

Certamente você já ouviu esta pergunta: Vai tudo bem? É uma expressão comumente usada e que gera pelo menos três respostas: “positiva-verdadeira”, “negativa-verdadeira” e “positiva ou negativa-falsa”. Assim temos: vai tudo bem, vai tudo mal e vai tudo bem ou mal respectivamente.

Em nossa passagem a pergunta é feita a Geazi. Este era servo do profeta Eiseu, também conhecido como um discípulo do profeta. A pergunta é feita por Naamã que era o grande comandante de guerra do exercito da Síria e que fora curado por Deus de sua lepra. A resposta foi a seguinte: ”Tudo vai bem”. Entretanto, quando consideramos o desenrolar da história percebemos que sua resposta não foi verdadeira, pois notamos que ele:

-  Perdeu a oportunidade de reflexão para a vida;

- Desprezou o ensino do seu mestre;

-  Associou-se à mentira;

-  Não se apartou do que era mal;

-  Pensou que poderia servir a Deus associado ao pecado;

-  Recebeu a lepra (sobre ele e sua descendência) como retribuição pelo que fizera.

É considerando os acontecimentos da vida de Geazi que somos desafiados a pensar em nossas respostas. Sejamos verdadeiros, jamais falsos em nossas respostas e atos. Que haja reflexão dos acontecimentos de nossas vidas, que jamais desprezemos o ensino de Cristo e daqueles que Ele usa no anúncio da Palavra, que não haja em nossos lábios o engano e nem em nosso coração um depósito de pecados prediletos, para que sirvamos a Deus com inteireza de coração.

Quanto à lepra, devemos considerar que o Senhor não nos terá por inocentes quando desprezamos a sua exortação. Ele concede oportunidade para refletirmos sobre nossas vidas a fim de respondermos com sinceridade. Àqueles que respondem com quebrantar de coração e contrição de espírito jamais serão desprezados.


Devemos então refletir sobre nós mesmos e nos perguntar: Vai tudo bem?

Culto do JIPS – 06/06/09 -RESUMO-

Fortalecendo os relacionamentos por meio da oração

Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações” (Fl 4)

Se observarmos algumas características do homem urbano perceberemos que ele é altamente competitivo, pragmático, utilitarista e individualista. Notaremos que busca a independencia e jamais a interdependencia. Vive somente para si, seguindo a filsofia do “eu me basto”. Assim, não é difícil perceber que muitos cristãos hoje, transportam tal comportamento para seus relacionamentos na Igreja. Entretanto, se esquecem que Deus nos chama para vivermos uma vida de união e ajuda mútua.

Uma maneira de vivermos este relacionamento entre os irmãos na fé, apontando a interdependencia, é por meio da oração “uns pelos outros”. O apóstolo Paulo nos dá um claro exemplo disso:

Filemom1.4: “Graças dou ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações;“- Paulo mostra aqui seu relacionamento com as pessoas através da oração;

2Timóteo 1.3: “Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço memória de ti nas minhas orações noite e dia;- Paulo fala para Timóteo sobre a oração e relacionamentos saudáveis.

2Tessalonicenses 1.11: “Por isso também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé com poder;“- Paulo fala para a igreja sobre a oração e os relacionamentos saudáveis.

1Tessalonicenses 5.25: “Irmãos, orai por nós”

Portanto, devemos nos conscientizar de que necessitamos orar uns pelos outros. Devemos pedir a Deus que quebre os nossos corações e dessa forma ter um sentimento de comunhão cada vez maior. Devemos romper com a imaturidade, arrogância e insubmissão, pois nos faz rejeitar a vida de oração uns pelos outros. Devemos entender que Deus ouve as orações dos nossos irmãos em nosso favor, bem como a nossa em favor dos mesmos.

Consideremos neste momento: Você é capaz de mencionar cinco pessoas pelas quais orou nesta última semana? Qual a última vez que você pediu oração a alguém? Paulo não teve  vergonha ao pedir que orassem por ele, e muito menos teve medo de se comprometer em orar por outros. Chegou o momento de fortalecer os seus relacionamentos por meio da oração. Qual será a sua resposta?

Culto do JIPS – Sábado 23/06/09 -RESUMO-

A quem enviarei, e quem ha de vir por nós?

Estamos respirando dois grandes eventos: JIPS em ação e Missão JIPS. O fato é que para nos envolvermos em ambos, precisamos desenvolver uma consciência de quem de fato somos. O texto de Isaías nos ensina que:

-Para a realização da obra do Senhor, temos que ter a consciência de que somos pecadores, e de que ele é quem permite que nós a realizemos.

-Isaias disse: “Ai de mim porque meus olhos viram o Rei, eu sou de impuros lábios e vivo dentre os que também são pecadores”. Antes de sermos usados por Deus precisamos enxergar as nossas limitações e quem somos. Assim como Isaías outros também se portaram da mesma forma como Moisés, Jeremias e Pedro (na pescaria junto de jesus disse: “Afasta-se de nós pois somos pecadores”). Assim como eles o fizeram, nós também devemos primeiramente reconhecer que somos pecadores para dessa forma exercermos a obra do senhor de forma agradável diante de seus olhos.

-Você se lembra da última vez em que chorou confessando os seus pecados ?
-normalmente choramos  pedindo bençãos de Deus.

Isaias 6,v-6:Logo um dos serafins voou até mim trazendo uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz Isaias 6,v-7:Com ela tocou a minha boca e disse: “Veja, isto tocou os seus lábios; por isso, a sua culpa será removida, e o seu pecado será perdoado”.

-Imagine se um dia você recebesse uma ligação dizendo: “Eu sei tudo o que você fez e posso provar.provavelmente sua reação seria ” deve ser umengano”, ou ” e agora como vou me livrar dessa?”.

-Conclusão; Por que os olhos dos homens parecem nos incomodar mais do que os olhos de Deus? Não deveria ser o contrário?

-Quando passamos a entender que os olhos de Deus estão sobre nós; vemos que ele não vê apenas os nossos pecados, mas também as nossas necessidades frente ao seu perdão.

-É errado o pensamento de que somente no Novo testamento se discute sobre missões, pois como cita-se em:

Salmo 96,v-1: Cantem ao Senhor um novo cântico; cantem ao Senhor, todos os habitantes da terra! Salmo 96,v-2: “Cantem ao Senhor, bendigam o seu nome; cada dia proclamem a sua salvação!”Salmo 96,v-3: “Anunciem a sua glória entre as nações, seus feitos maravilhosos entre todos os povo“.

-O Profeta então diz: Isaias 6,v-8: “Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” E eu respondi: Eis-me aqui. Envia-me!

-Portanto assim como o profeta, devemos ter uma vida como a dele, servindo a Deus todos os dias, mesmo quando não estivermos envolvidos diretamente com a obra do Senhor, através de oraçôes, intercedendo por aqueles que estão onde você não podê estar por N motivos.A participação não mostra quem é mais ou menos crente; logo devemos ter em mente que Deus é quem nos guia e escolhe para exercermos nossas atividades independentemente do que os outros pensam de nós.

-Temos que entender que temos um CHAMADO para isso; não trata-se do acaso, mas da vontade de Deus para que realizemos determinadas ações e tarefas.

saias 6,v-13: E ainda que um décimo fique no país, esses também serão destruídos. Mas, assim como o terebinto e o carvalho deixam o tronco quando são derrubados, assim a santa semente será o seu tronco”.

-Diversas são as vezes que você prega e a pessoa que recebe a Palavra não muda, você chega a se entristecer, mas não desiste. Devemos, primeiramente, entender que se Deus não abençoar, nossos resultados não serão obtidos. Portanto, temos que estudar, trabalhar, praticar.

Atos 2,v-47:
E ainda que um décimo fique no país, esses também serão destruídos. Mas, assim como o terebinto e o carvalho deixam o tronco quando são derrubados, assim a santa semente será o seu tronco”.

Temos que saber que se o Espírito de Deus não estiver presente, as obras de Deus em nossas vidas não se realizarão, nem seremos usados para a realização de suas obras.


Assim, tendo consciência de que somos pecadores salvos pela graça e chamados para anunciar as boas-novas, sabendo que os resultados dependem de Deus. Só Ele pode endurecer e quebrantar corações.

Culto do JIPS – Sábado 15/05/09

Os “RS” caminham pelo coração

Texto básico: Tiago 4.7-10

Talvez você conheça a história dessa família. Observando o seu retrato percebemos a figura do pai bem sucedido; uma mãe de caráter inquestionável, habilidosa e inteligente; e dois filhos muito bonitos; e, que aos olhos das pessoas é tida como uma família perfeita. Contudo, assim como as demais, eles também enfrentavam seus problemas. O esposo passava por uma crise no trabalho, os filhos brigavam constantemente e a mãe vivia frustrada por não conseguir ajudar o seu marido e por não resolver as brigas dos filhos. Cansados dessa situação difícil, tomaram uma decisão: “vamos mudar para outra cidade, morar em uma nova casa e ter um novo emprego”.

Durante algum tempo, devido ao novo ambiente, aquela família viu-se em um momento de paz, com o cessamento das brigas e bom relacionamento no trabalho por parte do marido. Porém, não tardou para que os problemas retornassem, pois, a novidades da cidade, casa e emprego não foram suficientes para resolver a principal questão que os envolvia e, eles descobriram que: “as mudanças externas não são suficientes, sem uma reforma do coração”.

                Quantos de nós estamos buscando por meio de mudanças externas resolverem seus dilemas e até mesmo seus problemas de relacionamentos? Sim, é possível ver pessoas buscando uma mudança de guarda-roupa, faculdade, carro, e quem sabe até mesmo de Igreja para buscar período de paz consigo e com os outros. Precisamos compreender que somente uma vida de excelência diante de Deus, uma busca piedosa, submissa e abnegada de sua presença em nossas vidas e agrado em sua mudança dos nossos corações é que nos possibilitará esta vida de contentamento.

                O nosso texto bíblico nos ensina alguns princípios. Depois de chamar atenção dos seus leitores sobre alguns inimigos dos relacionamentos saudáveis (soberba, inveja, amizade com o mundo e mau uso da língua) e dizer que eles estão arraigados no coração do homem, Tiago faz algumas recomendações dizendo:

-  Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês!

-  Pecadores, limpem as mãos, (referência aos antigos sacerdotes)

-  e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração.

-  Entristeçam-se, lamentem-se e chorem.

-  Troquem o riso por lamento e a alegria por tristeza.

-  Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará.

 

Todas essas coisas referem-se ao interior do homem, não ao exterior. Por que fazer o caminho inverso? Por que buscar mudanças superficiais e inconstantes? Como oferecer o exterior se não oferecer o interior? Não desfrutaremos mudanças que promovem contentamento e paz em nossas vidas e relacionamentos enquanto não assumirmos nossa responsabilidade e nos humilharmos diante do Senhor.

 

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4.23)

Culto do JIPS – Sábado 09/05/09

“Identificando inimigos dos relacionamentos saudáveis”.
Mais >

Culto JIPS – Sábado (02/05/09) – RESUMO -

Tema: Por que os relacionamentos saudáveis são importantes?

Texto: Salmo 133

Analogia: “Barbie no castelo de diamante”

- Conceito de fé: Acreditar em algo real ainda que não seja visível.

- Conceito de relacionamento: amizade (principalmente dentro da igreja).

Referência ao Salmo 133.1: “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união”.

- Muitas vezes ignoramos tais preceitos, mesmo sabendo que tal comportamento é agradável diante de Deus.

- Mateus 12.25: “Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.” Nós não permaneceremos enquanto estivermos separados.

Referência ao Salmo 133.2: “É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão”.

- O óleo era usado como tratamento e unção; assim também devem ser os relacionamentos, precisam ter um caráter terapêutico. Devemos lembrar que somos chamados por Deus para levarmos a cura para as outras pessoas; porém muitas vezes deixamos de fazê-lo quando temos raiva e ira em nossos corações.

Referência ao Salmo 133.3: “É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor ordena a sua bênção da vida para sempre.”

- O orvalho tornava o monte abençoado e ricamente frutífero, logo assim também deve ser aplicado para nós, deve haver restauração. O orvalho também é símbolo da presença restauradora de Deus (Os 14.5), assim nossos relacionamentos também devem ter e prover restauração. Temos que ter em mente que se não obedeço ao que está escrito, acabo por prejudicar a obra de Deus. Trata-se de uma situação muito grave, pois Deus deseja ordenar a sua benção através de nós.

- Relacionamentos saudáveis não quer dizer que não ocorrerá mais conflitos, pois temos consciência de que somos imperfeitos, temos nossas próprias falhas e defeitos que acabamos levando para os nossos próprios relacionamentos. O ideal é que por nosso amadurecimento cristão, nós possamos resolver os conflitos ainda que outros possam vir a aparecer; e dessa forma promover o crescimento espiritual em união. Trata-se de um crescimento qualitativo de todos.

Finalização: “historinha do Samuelito.”

-Um menino que nunca tinha ido para a cidade que queria comprar alguma coisa, mas não sabia o que. Ao entrar em uma loja o dono lhe vendeu um guarda-chuva, dizendo que o mesmo o protegeria contra as chuvas. No caminho de volta para o campo, uma chuva começou a cair, porém ele não sabia como usar tal instrumento novo. A ajuda então veio através de uma pessoa que o vendo nessa difícil situação o ajudou, ensinando-o a usar. Samuelito então ficou maravilhado com a sua descoberta e foi feliz de volta para sua casa.

- Aplicação: Muitas vezes temos os ensinamentos em nossas mãos (Palavra de Deus), mas não sabemos usar. Portanto, devemos procurar estreitar os nossos relacionamentos com Deus, buscando mais de seus ensinamentos e aplicando-os em nossas vidas.

O culto nosso de cada dia

Vou postar aqui o texto do Sem. Harlows que você encontra no Blog - http://www.nossaancora.blogspot.com/ (Blog Sem. Harlows)

“Nenhum homem pode fracassar em encontrar-se com Deus no santuário, se ele traz Deus consigo para ali. Como é fácil transferir a culpa de nossos corações frios para os ombros de nossos líderes religiosos!” Esta é a advertência de B.B. Warfield (1851-1921), que encontramos em seu livro A vida Religiosa dos Estudantes de Teologia (Os Puritanos, 1999, p. 23). Certamente você já ouviu, ou fez a transferência de culpa diagnosticada acima. Muitos são aqueles que alegam frieza no culto e ausência de Deus e, poucos são aqueles que encontram uma resposta para tal postura. Notamos que este problema procede de uma má interpretação e exercício do culto cristão. Não devemos conceber o culto como simplesmente um ato público realizado aos domingos com hora e local marcado, onde cantamos hinos e ouvimos um sermão. Mas, devemos compreender que o culto cristão é entrega integral de vida a Deus em reverência, gratidão, adoração e fé; uma atitude constante que se manifesta individualmente e coletivamente – ambas com evidências públicas. É quando assumimos a responsabilidade e respondemos em gratidão a Deus em nosso dia-a-dia e, assim caminhamos com Ele para o santuário, que deixaremos nossos corações aquecidos. Não queremos ser desprezados por Deus em nosso serviço de devoção. Muito menos, devemos atribuir nossa responsabilidade a outros. Portanto, busquemos corações quebrantados e contritos diante da Sua presença e apresentemos os nossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Que jamais se aparte de nós a certeza de que, uma vez capacitados por Deus para cultuá-Lo, precisamos viver uma entrega total, buscando-O e respondendo de todo coração, alma e espírito; tendo também o privilégio de falar e ser edificado pelo que ouve.

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes