Goiaba do vizinho

A camisa da alegria

Goiaba do Vizinho #10

“O reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17).
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: – Somos felizes porque fomos revestidos pelo reino de Deus. Ele está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.

“O reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17).
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: – Somos felizes porque fomos revestidos pelo reino de Deus. Ele está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.

http://www.pregador.com.br/

Diminua a Velocidade

Goiaba do Vizinho #9

Diminua a Velocidade

“Todo homem… amontoa riquezas, e não sabe quem as levará.” Salmos 39:6

Nós precisamos de um dia no qual o trabalho seja interrompido. Precisamos de um período de vinte e quatro horas no qual as engrenagens parem de girar e o motor pare de funcionar. Precisamos parar…

Diminua a velocidade. Se Deus ordenou, você precisa disso. Se Jesus deu o exemplo, você precisa disso… Pegue um dia para dizer não ao trabalho e sim à adoração.

Max Lucado

Texto extraído do site www.irmaos.com
Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

uma pedra na consiência

Goiaba do Vizinho #8

Amados irmãos hoje é dia de aprender um pouco mais com Jesus e sobre Jesus É também dia de levarmos  uma pedrada violenta em nossas consciências. Tal como receberam os escribas e fariseus que conduziram uma mulher apanhada em adultério à presença de Jesus. Digo isto porque temos as mesmas atitudes errôneas que estes demonstraram naqueles dias. Gostamos de observar os defeitos e erros dos outros e usar a religião com um fim interesseiro. Perdemos tempo bisbilhotando a vida das pessoas e tentando apanhá-las em flagrante. Temos esquecido que a nossa atitude deve ser semelhante a de Jesus e não a dos fariseus. Precisamos de um cristianismo mais cheio de graça da graça de Deus. Na verdade, se pararmos para observar a vida dos outros, estaremos a todo momento nos dirigindo a Jesus, arrastando alguém que cometeu um delito (infelizmente é algo comum hoje), contudo, corremos o risco de perdermos o posto de promotores e passarmos a ser réus, pois, o Senhor não nos deu esta incumbência. Na verdade, Ele deseja que arrastemos criminosos à Sua presença para serem perdoados e transformados. Esta é a nossa missão!

Rev. Edivaldo Junior – JR reflexões

Goiaba do Vizinho #7

A Unidade dos Irmãos

Não apenas porque é necessário à sobrevivencia,

mas, principalmente,

porque é algo bom e agradável…

Rev. Edivaldo Junior – JR reflexões

coragem!

Goiaba do Vizinho #6

“O Senhor conduza o coração de vocês ao amor de Deus e à perseverança de Cristo.” 2 Tessalonicenses 3:5

A maioria nem sempre está certa. Se a maioria tivesse governado, os filhos de Israel nunca teriam saído do Egito. Eles teriam votado para que continuassem na escravidão. Se a maioria tivesse governado, Davi nunca teria lutado contra Golias. Seus irmãos teriam votado para que ele ficasse com as ovelhas. Qual é o ponto? Você precisa escutar seu próprio coração.

Deus diz que você  está a caminho de tornar-se um discípulo quando você conseguir manter uma mente limpa e um coração puro.

Você já se perguntou se tudo dará certo contanto que você faça tudo certo? Você já tentou fazer algo certo e mesmo assim nada parece sair como você planejou? Coragem – quando as pessoas fazem o que é certo, Deus se lembra.

Texto extraído do site www.irmaos.com
Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

deixe-o transformar sua mente

Goiaba do Vizinho #5

“Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.”
Colossenses 3:2

Deus… transforma o homem transformando a mente. E como isso acontece? Considerando a glória de Cristo…

Olhar para ele é  tornar-se como ele. Quando Cristo governa seus pensamentos, ele transforma você de um nível de glória a outro até – aguarde! – você estar pronto para morar com ele.

O céu é a terra de mentes sem pecado… Verdade absoluta. Sem medo ou raiva. Vergonha e suposição são práticas de uma vida anterior. O céu será  maravilhoso, não porque as ruas são de ouro, mas porque nossos pensamentos serão puros.

Então, o que você  está esperando? Dê a ele seus melhores pensamentos, e veja se ele não transforma sua mente.

Texto extraído do site www.irmaos.com
Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

O Jardineiro Celestial

Goiaba do Vizinho #4

O Jardineiro Celestial

A sabedoria do jardineiro é vista no cultivo de suas plantas; algumas ele coloca no sol, outras na sombra; algumas num solo rico e fértil, outras num terreno árido e estéril; e assim, a habilidade do jardineiro é evidente, pois cada uma floresce melhor em seu próprio solo. Então, visto que a Sabedoria Infinita designou uma grande parte da minha vida à tristeza e solidão (não que eu me queixe) – percebo que não poderia crescer melhor em outro solo.

Atrás do alto muro da adversidade, e na sombra da aflição, os santos produzirão frutos de humildade, abnegação, resignação e paciência. Essas graças não podem crescer tão bem nos raios solares da prosperidade. Ora, se outro solo fosse mais apropriado para o meu crescimento espiritual, o Jardineiro Celestial já teria me transplantado para lá.

Isso não importa, conquanto eu cresça na sombra; sim, se o Sol da justiça brilhar em minha alma, e fizer cada graça florescer. Ele sabe mais do que eu mesmo qual é a melhor porção para mim. Ao escolhê-la, deveria antes admirar Sua sabedoria, do que reclamar de Sua conduta; e assim o faço, quando considero que num solo estéril, e numa sombra solitária, Ele pode cultivar plantas que se aquecerão nos raios eternos de glória!

Fonte: Converse with the Unseen World, James Meikle.

www.monergismo.com

Goiaba do Vizinho #3

Combustível adulterado

Deus nos criou: inventou-nos como um homem inventa uma máquina. Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona direito com outro tipo de combustível. E Deus projetou a máquina humana para funcionar à base dele mesmo. Ele é o combustível do qual os nossos espíritos devem se alimentar. Não há nenhum outro. Eis por que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes do nosso próprio jeito, sem nos preocuparmos com a religião. Deus não pode nos dar felicidade e paz fora de si mesmo simplesmente porque não existem desse modo. Não há nada parecido com isso.

Eis aqui a chave de toda a história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitetadas; mas toda vez acontece algo de errado. Algum defeito fatal sempre leva pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e ruína. De fato, a máquina está trabalhando sob solavancos. Ele até parecia ter dado a partida com tudo certo e andando alguns quilômetros, mas depois quebrou. Estavam tentando fazê-la funcionar com o combustível errado. Foi precisamente isso que Satanás provocou em nós, seres humanos.

C. S. Lewis (Cristianismo Puro e Simples)

Goiaba do Vizinho #2

Entre turistas e peregrinos

Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra” (Hebreus 11.13).

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman usa a imagem do turista para representar um comportamento bastante comum nos dias de hoje. Turista é aquele indivíduo que visita muitos lugares, mas não pertence a nenhum deles. Às vezes, fica extasiado com aquilo que vê; em outras ocasiões, o desdenha por ter em sua mente um grande quadro comparativo de lugares e situações. Seja qual for seu sentimento, não pretende se comprometer com nada à sua volta. Afinal, está apenas de passagem. Sua maior motivação está vinculada à descoberta de novos lugares, à vivência de novas experiências.

Por outro lado, Bauman apresenta a imagem do peregrino. O peregrino é uma espécie em extinção em nossa cultura contemporânea. Diferentemente do turista, ele não está envolvido numa aventura de entretenimento, mas numa jornada que tem um início, um meio e um fim. Algo o moveu a iniciar a jornada, e ele percebe que, ao longo dela, existe uma missão a ser vivenciada – e a realidade última se encontra no fim da caminhada. Tudo o que presencia ao longo do caminho são pontos de referência de grande importância e, portanto, tratados com grande reverência por parte do peregrino.

Interessante que não poucas vezes na história da espiritualidade cristã os discípulos de Cristo são comparados aos peregrinos. Existe uma estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino. Ambas possuem alguns elementos em comum: a consciência de que a realidade última está ainda por vir; a sensibilidade de que o caminho que trilham pertence ao processo da descoberta e do preparo de si mesmo para esta realidade final; e, por fim, o senso de missão para com os lugares por onde passam e as pessoas que encontram em direção do lugar almejado.

As metáforas de Bauman remetem-nos às maiores barreiras impostas pela nossa cultura ao desenvolvimento de uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia. Em nossas igrejas, não é difícil constatar a presença massiva de pessoas mais parecidas com turistas do que com peregrinos. Elas estão ali para usufruir do espaço, degustar das informações transmitidas do púlpito e, principalmente, experimentar o clima. Tão logo se sintam saciados com o que é oferecido e com a forma como as coisas acontecem, são tomados pelo tédio; logo serão impulsionados na direção de um novo lugar, onde encontrarão novas informações e terão novas experiências. Como consequência disso, é triste constatar que algumas de nossas igrejas se tornaram “centro turísticos”, com diferentes elementos de fascinação. Em algumas delas, a atração principal é o famoso pregador com seu poder de reflexão; em outras, é a música de adoração, com seu poder de arrebatamento coletivo. Há também denominações onde o clímax é o momento de oração, com seu alardeado poder de convencer Deus a agir e, até mesmo, de coagi-lo a mudar de ideia diante de determinadas situações.

O que muitos cristãos não se dão conta é da completa inviabilidade de uma espiritualidade sadia nessa cultura gerada por demandas de turistas. Enquanto turistas estão comprometidos apenas com o próprio prazer e seu insaciável desejo por entretenimento, peregrinos estão comprometidos com uma jornada na qual possuem uma vocação a ser exercida ao longo do caminho. Enquanto turistas consomem lugares e atrações como fins em si mesmos, peregrinos estabelecem relacionamentos, caminhando com reverência e integrando as experiências – e as pessoas que encontra – na construção da própria maturidade. Turistas estabelecem relacionamentos frágeis e descartáveis; peregrinos descobrem, especialmente na vivência com aqueles com quem caminham lado a lado na jornada, uma grande fonte de consolo, confronto, encorajamento e sabedoria.

Turistas, de forma geral, não possuem qualquer compromisso para com o mundo à sua volta. Afinal, pensam, estão apenas de passagem, e importa apenas aproveitar o momento, antes de seguir viagem. Já peregrinos estão numa jornada que os faz o próximo daquele que está à beira do caminho, tal como o samaritano da parábola. Eles querem ser luz e sal, sentem o chamado para influenciar os outros com sua ação e testemunho.

Como cristãos, temos tido uma postura de turista ou de peregrino diante da nossa comunidade e para com o mundo no qual estamos inseridos? Qual seria o reflexo em nossas vidas, comunidades e sociedades se, na contramão da cultura do superficial e do transitório, aceitássemos o desafio de viver como peregrinos, e não turistas?

(Pr. Ricardo Agreste – IPCP)

Goiaba do Vizinho #1

O que fazer nas férias?

Durante o ano, passamos a maior parte do tempo esperando as férias chegarem, mas quase sempre esquecemos de pensar no que vamos fazer com elas. Como o dia-a-dia nos sufoca, vamos agüentando até o limite e, quando elas chegam, nos jogamos nelas por alguns dias como se estivéssemos em coma e depois de pouco tempo vemos que estamos entediados de não fazer nada. Por que isso?

O problema é que a maioria de nós vê o descanso como ociosidade, como um tempo para não fazer nada, ou pior, pensamos que nos momentos de descanso temos que fazer algo útil e aí acabamos fazendo o contrário, trabalhamos. Estas duas visões estão erradas se compararmos com a visão bíblica, em que Deus descansa no sétimo dia. O descanso na palavra de Deus tem o sentido de desfrutar do que se fez e é por isso que o Criador fala que tudo o que havia feito era muito bom. Deus desfruta da criação, em uma mistura de contemplação, cuidado e relacionamento com o homem.

Por isso, lembre-se de que o principio das férias é desfrutar do que você tem feito. Hora de, simplesmente, desfrutar das dádivas de Deus.

Um exemplo prático: chegou a hora de ler o livro que você sempre quis ler, mas nunca precisou. Leia, mas não se esqueça que é para desfrutar, por isso, não se sinta culpado em ler apenas a introdução ou a conclusão. Afinal, depois de ler, você não precisará fazer uma resenha. Ah! Quer mais uma dica? Pare de ler na mesma hora que você perceber que o autor está enrolando.

Faça uma viagem, mas tire menos fotos e olhe mais os detalhes, não corra para visitar todos os lugares turísticos, mas desfrute bem de um lugar apenas, quem sabe até visite um lugar que você sempre foi a trabalho.

Não mande scraps ou ligue para seus amigos, simplesmente apareça na casa deles de surpresa. Leve um jogo de tabuleiro ou um filme alugado, de preferência das antigas, compre muitas guloseimas, você vai ver que não custa muito. E não tenha hora para voltar!

Vá passar uma semana em um desses acampamentos interdenominacionais, mas escolha um apelido bem criativo e se apresente com ele escondendo até o final o seu nome, escolha um quarto que você não conheça ninguém e fuja na última noite para fazer uma serenata com as melhores dos anos 80.

Nestas férias desfrute de sua saúde, amizades e, principalmente, da família. Curta aquilo que Deus criou!

Se você não lembrar de tudo que falei, só não esqueça que o descanso é dádiva do Criador e, principalmente, de usar protetor solar!

(Pr. Marcos Botelho – Jovens da Verdade)
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