Arquivo de julho 2009

De volta à São Paulo

A equipe que foi em missão para a Bahia – Pau Brasil já está de volta! Voltamos na terça-feira em torno das 5:30

Gostariamos de agradecer a todos, que participaram juntos em oração.

Essa semana não teremos os devocionais, mais estaremos colocando artigos e se possivel algumas fotos!

Devocional – Terça 28/07/09

Terça: João 17.20-26

20 ¶ Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim;
21 para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
22 E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.
23 Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim.
24 ¶ Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me hás amado antes da criação do mundo.
25 Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim.
26 E eu lhes fiz conhecer o teu nome e {lho} farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja.

Bíblia Online – http://www.bibliaonline.com.br/rc/joao/17

Goiaba do Vizinho #3

Combustível adulterado

Deus nos criou: inventou-nos como um homem inventa uma máquina. Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona direito com outro tipo de combustível. E Deus projetou a máquina humana para funcionar à base dele mesmo. Ele é o combustível do qual os nossos espíritos devem se alimentar. Não há nenhum outro. Eis por que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes do nosso próprio jeito, sem nos preocuparmos com a religião. Deus não pode nos dar felicidade e paz fora de si mesmo simplesmente porque não existem desse modo. Não há nada parecido com isso.

Eis aqui a chave de toda a história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitetadas; mas toda vez acontece algo de errado. Algum defeito fatal sempre leva pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e ruína. De fato, a máquina está trabalhando sob solavancos. Ele até parecia ter dado a partida com tudo certo e andando alguns quilômetros, mas depois quebrou. Estavam tentando fazê-la funcionar com o combustível errado. Foi precisamente isso que Satanás provocou em nós, seres humanos.

C. S. Lewis (Cristianismo Puro e Simples)

Devocional – Sábado 25/07/09

Sábado: Atos 17.32-34

32 ¶ E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez.
33 E assim Paulo saiu do meio deles.
34 Todavia, chegando alguns varões a ele, creram: entre os quais estava Dionísio, o areopagita, e uma mulher por nome Dâmaris, e, com eles, outros.

Bíblia Online – http://www.bibliaonline.com.br/rc/atos/17

Goiaba do Vizinho #2

Entre turistas e peregrinos

Todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra” (Hebreus 11.13).

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman usa a imagem do turista para representar um comportamento bastante comum nos dias de hoje. Turista é aquele indivíduo que visita muitos lugares, mas não pertence a nenhum deles. Às vezes, fica extasiado com aquilo que vê; em outras ocasiões, o desdenha por ter em sua mente um grande quadro comparativo de lugares e situações. Seja qual for seu sentimento, não pretende se comprometer com nada à sua volta. Afinal, está apenas de passagem. Sua maior motivação está vinculada à descoberta de novos lugares, à vivência de novas experiências.

Por outro lado, Bauman apresenta a imagem do peregrino. O peregrino é uma espécie em extinção em nossa cultura contemporânea. Diferentemente do turista, ele não está envolvido numa aventura de entretenimento, mas numa jornada que tem um início, um meio e um fim. Algo o moveu a iniciar a jornada, e ele percebe que, ao longo dela, existe uma missão a ser vivenciada – e a realidade última se encontra no fim da caminhada. Tudo o que presencia ao longo do caminho são pontos de referência de grande importância e, portanto, tratados com grande reverência por parte do peregrino.

Interessante que não poucas vezes na história da espiritualidade cristã os discípulos de Cristo são comparados aos peregrinos. Existe uma estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino. Ambas possuem alguns elementos em comum: a consciência de que a realidade última está ainda por vir; a sensibilidade de que o caminho que trilham pertence ao processo da descoberta e do preparo de si mesmo para esta realidade final; e, por fim, o senso de missão para com os lugares por onde passam e as pessoas que encontram em direção do lugar almejado.

As metáforas de Bauman remetem-nos às maiores barreiras impostas pela nossa cultura ao desenvolvimento de uma espiritualidade biblicamente consistente e sadia. Em nossas igrejas, não é difícil constatar a presença massiva de pessoas mais parecidas com turistas do que com peregrinos. Elas estão ali para usufruir do espaço, degustar das informações transmitidas do púlpito e, principalmente, experimentar o clima. Tão logo se sintam saciados com o que é oferecido e com a forma como as coisas acontecem, são tomados pelo tédio; logo serão impulsionados na direção de um novo lugar, onde encontrarão novas informações e terão novas experiências. Como consequência disso, é triste constatar que algumas de nossas igrejas se tornaram “centro turísticos”, com diferentes elementos de fascinação. Em algumas delas, a atração principal é o famoso pregador com seu poder de reflexão; em outras, é a música de adoração, com seu poder de arrebatamento coletivo. Há também denominações onde o clímax é o momento de oração, com seu alardeado poder de convencer Deus a agir e, até mesmo, de coagi-lo a mudar de ideia diante de determinadas situações.

O que muitos cristãos não se dão conta é da completa inviabilidade de uma espiritualidade sadia nessa cultura gerada por demandas de turistas. Enquanto turistas estão comprometidos apenas com o próprio prazer e seu insaciável desejo por entretenimento, peregrinos estão comprometidos com uma jornada na qual possuem uma vocação a ser exercida ao longo do caminho. Enquanto turistas consomem lugares e atrações como fins em si mesmos, peregrinos estabelecem relacionamentos, caminhando com reverência e integrando as experiências – e as pessoas que encontra – na construção da própria maturidade. Turistas estabelecem relacionamentos frágeis e descartáveis; peregrinos descobrem, especialmente na vivência com aqueles com quem caminham lado a lado na jornada, uma grande fonte de consolo, confronto, encorajamento e sabedoria.

Turistas, de forma geral, não possuem qualquer compromisso para com o mundo à sua volta. Afinal, pensam, estão apenas de passagem, e importa apenas aproveitar o momento, antes de seguir viagem. Já peregrinos estão numa jornada que os faz o próximo daquele que está à beira do caminho, tal como o samaritano da parábola. Eles querem ser luz e sal, sentem o chamado para influenciar os outros com sua ação e testemunho.

Como cristãos, temos tido uma postura de turista ou de peregrino diante da nossa comunidade e para com o mundo no qual estamos inseridos? Qual seria o reflexo em nossas vidas, comunidades e sociedades se, na contramão da cultura do superficial e do transitório, aceitássemos o desafio de viver como peregrinos, e não turistas?

(Pr. Ricardo Agreste – IPCP)

Devocional – Sexta 24/07/09

Sexta: Atos 16.11-15

11 E, navegando de Trôade, fomos correndo em caminho direito para a Samotrácia e, no {dia} seguinte, para Neápolis;
12 e dali, para Filipos, que é a primeira cidade desta parte da Macedônia e {é} uma colônia; e estivemos alguns dias nesta cidade.
13 No dia de sábado, saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que {ali} se ajuntaram.
14 E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, {nos} ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia.
15 Depois que foi batizada, {ela} e a sua casa, {nos} rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa e ficai {ali.} E nos constrangeu a isso.

Bíblia Online – http://www.bibliaonline.com.br/rc/atos/16

Devocional – Quinta 23/07/09

Quinta: Atos 16.6-10

6 ¶ E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia.
7 E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu.
8 E, tendo passado por Mísia, desceram a Trôade.
9 E Paulo teve, de noite, uma visão em que se apresentava um varão da Macedônia e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos!
10 E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho.

Bíblia Online – http://www.bibliaonline.com.br/rc/atos/16

Missão e Culto do JIPS

Recebemos a notícia de que o grupo chegou bem em Pau Brasil.

Nós, aqui de São Paulo, também fazemos parte dessa missão intercedendo por eles.

Pedimos a contínua cooperação na expansão do Reino com oração.

E mais, não esqueça o culto do JIPS neste sábado, que acontecerá normalmente.

Um bom “dia-a-dia”!

Devocional – Quarta 22/07/09

Quarta: Atos 7.54-60

54 ¶ E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seu coração e rangiam os dentes contra ele.
55 Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus,
56 e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus.
57 Mas eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos e arremeteram unânimes contra ele.
58 E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo.
59 E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
60 E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.

Bíblia Online – http://www.bibliaonline.com.br/rc/atos/7

Goiaba do Vizinho #1

O que fazer nas férias?

Durante o ano, passamos a maior parte do tempo esperando as férias chegarem, mas quase sempre esquecemos de pensar no que vamos fazer com elas. Como o dia-a-dia nos sufoca, vamos agüentando até o limite e, quando elas chegam, nos jogamos nelas por alguns dias como se estivéssemos em coma e depois de pouco tempo vemos que estamos entediados de não fazer nada. Por que isso?

O problema é que a maioria de nós vê o descanso como ociosidade, como um tempo para não fazer nada, ou pior, pensamos que nos momentos de descanso temos que fazer algo útil e aí acabamos fazendo o contrário, trabalhamos. Estas duas visões estão erradas se compararmos com a visão bíblica, em que Deus descansa no sétimo dia. O descanso na palavra de Deus tem o sentido de desfrutar do que se fez e é por isso que o Criador fala que tudo o que havia feito era muito bom. Deus desfruta da criação, em uma mistura de contemplação, cuidado e relacionamento com o homem.

Por isso, lembre-se de que o principio das férias é desfrutar do que você tem feito. Hora de, simplesmente, desfrutar das dádivas de Deus.

Um exemplo prático: chegou a hora de ler o livro que você sempre quis ler, mas nunca precisou. Leia, mas não se esqueça que é para desfrutar, por isso, não se sinta culpado em ler apenas a introdução ou a conclusão. Afinal, depois de ler, você não precisará fazer uma resenha. Ah! Quer mais uma dica? Pare de ler na mesma hora que você perceber que o autor está enrolando.

Faça uma viagem, mas tire menos fotos e olhe mais os detalhes, não corra para visitar todos os lugares turísticos, mas desfrute bem de um lugar apenas, quem sabe até visite um lugar que você sempre foi a trabalho.

Não mande scraps ou ligue para seus amigos, simplesmente apareça na casa deles de surpresa. Leve um jogo de tabuleiro ou um filme alugado, de preferência das antigas, compre muitas guloseimas, você vai ver que não custa muito. E não tenha hora para voltar!

Vá passar uma semana em um desses acampamentos interdenominacionais, mas escolha um apelido bem criativo e se apresente com ele escondendo até o final o seu nome, escolha um quarto que você não conheça ninguém e fuja na última noite para fazer uma serenata com as melhores dos anos 80.

Nestas férias desfrute de sua saúde, amizades e, principalmente, da família. Curta aquilo que Deus criou!

Se você não lembrar de tudo que falei, só não esqueça que o descanso é dádiva do Criador e, principalmente, de usar protetor solar!

(Pr. Marcos Botelho – Jovens da Verdade)
Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes