Arquivo de fevereiro 2011

Devocional: Ira Santa

Em meu livro Unfashionable [“Fora de moda”, N.T.], escrevi um capítulo sobre a necessidade da igreja de demonstrar mais ira. Obviamente, estou falando não de uma ira egoísta, mas uma ira centrada em Deus.

Ira centrada em Deus é quando você se ira porque Deus foi desonrado e seus caminhos foram distorcidos. Ira egoísta é quando você está irado porque você foi desonrado ou osseus caminhos foram distorcidos.

Em meu livro, eu cito como Marcos 3.1-5 nos mostra um exemplo memorável de ira centrada em Deus.
Um dia, Jesus “entrou na sinagoga, e estava ali um homem com uma das mãos atrofiada”. Enquanto isso, os fariseus na multidão “estavam procurando um motivo para acusar Jesus; por isso o observavam atentamente, para ver se ele iria curá-lo no sábado”. Jesus não se intimidou: “disse ao homem da mão atrofiada: ‘Levante-se e venha para o meio’. Depois Jesus lhes perguntou: ‘O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou matar? ’ Mas eles permaneceram em silêncio”.

Preste bastante atenção no quem a seguir: “Irado, olhou para os que estavam à sua volta e, profundamente entristecido por causa do coração endurecido deles, disse ao homem: “Estenda a mão”. Ele a estendeu, e ela foi restaurada.”

Jesus, o Deus encarnado, irou-se. E então lemos em seguida que ele também se entristeceu ao ver a dureza dos corações deles.

Aqui está uma característica super importante da ira divina que nós devemos entender: A ira de Deus é uma ira entristecida. Ela entristece porque vê a devastação que o pecado causa na vida do homem.

Jesus irou-se porque os caminhos de Deus estavam sendo distorcidos e Deus estava sendo desonrado por esses fariseus legalistas. Mas sua ira era carregada de tristeza – ele viu os efeitos mortais do pecado nas vidas daqueles fariseus endurecidos. Foi como se ele os perguntasse “Porque vocês continuam assim? Vocês não percebem que foram criados e designados para muito mais que isso?”. Entristecia-o ver que esses fariseus, por conta de seu pecado, eram apenas sombras do que Deus originalmente pretendia que eles fossem. Eles foram criados para viver por muito mais.

Deus fica tristemente irado quando nosso pecado nos leva a sermos cada vez menos o que ele nos criou para ser, pois fomos maravilhosamente criados para viver por muito mais.

Nossa ira deveria ser uma ira entristecida também. Quando vemos imoralidade e injustiça, nossa ira deveria surgir como conseqüência dos efeitos devastadores que essas coisas têm na vida e na comunidade do homem.

Uma ira entristecida é muito diferente do tipo de ira normalmente associada aos cristãos. Muitas pessoas vêem os cristãos como pessoas amarguradas e raivosas. Eles vêem os cristãos como pessoas frustradas com a nossa cultura porque as coisas não estão do jeito que gostaríamos: nosso compromisso político conservador está indo por água abaixo.

Alguns anos atrás, eu fui um entre as cinco mil pessoas que estava escutando um painel de discussão em uma conferência cristã. Um editor de uma conservadora revista político-teológica estava expressando sua frustração com a política esquerdista, e fazendo isso de uma forma sarcástica e condescendente totalmente desnecessária. Quando ele terminou, John Piper, também participante da discussão, virou-se a ele, e com profunda seriedade e precisão, disse “Por muito tempo eu tenho apreciado seu ministério. Você é um observador astuto da nossa cultura. Leio sua revista todos os meses. Ela é sempre muito perspicaz. Mas tem uma coisa que está faltando em seu ministério”.

O editor olhou para o Dr. Piper e perguntou o que era.

“Lágrimas”, respondeu Piper.

O mundo freqüentemente percebe nossa ira – mas será que eles percebem nossa tristeza? Eles pensam que nós nos iramos simplesmente porque as coisas não estão do nosso jeito, mas eu receio que eles não percebam nosso descontentamento com os efeitos negativos e mortificantes do pecado. Nós falhamos ao expressar nossa ira de uma forma que diga “Você foi criado para muito mais que isso”. Eles assumem que nossa ira é apenas porque não conseguimos o que queremos. Não me surpreende o fato de pensarem tão pouco de nós.

Quando vemos a destruição e o sofrimento na vida das pessoas porque elas não estão em um relacionamento com Deus e vivem vidas cheias de pecado, isso deveria nos irar – uma ira que surge porque os amamos e nos entristece vê-los vivendo por algo tão destrutivo, sendo que Deus os criou para viver por algo bonito e plenamente satisfatório.

A ira egoísta não é uma ira entristecida e cheia de amor; isso é a ira centrada em Deus. Então, sua ira surge porque seu amor por Deus e pelos outros é radical? Quando mais pessoas virem nossa raiva contra aquilo que Deus odeia porque nosso amor por ele e pelas pessoas é real e profundo, talvez elas se abram um pouco mais para ouvir o que nós temos a dizer.

Tullian Tchividjian

Fonte: http://iprodigo.com/traducoes/ira-santa.html

OBS: Foi utilizada a NVI.

Devocional: O Segredo da Perseverança na Fé

“Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lucas 22.32)

Lemos acima o que o nosso Senhor disse a Pedro: “roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça”. Foi por causa da intercessão de Cristo que Pedro não caiu totalmente.

A existência contínua da graça no coração do crente é um milagre grandioso e permanente. Seus inimigos são tão poderosos, e a sua força tão pequenina, o mundo é tão cheio de ciladas, e o seu coração tão fraco, que à primeira vista lhe parece impossível alcançar o céu. A passagem diante de nós explica essa segurança: ele tem à direita de Deus um amigo poderoso que vive sempre para interceder em seu favor; atendendo todas as suas necessidades diárias e obtendo suprimentos diários de misericórdia e graça para a sua alma. A graça do crente nunca se esgota, pois Cristo vive sempre para interceder por ele (Hebreus 7.25).

Se formos cristãos de verdade descobriremos que é essencial à nossa consolação na fé entender com clareza o ofício sacerdotal de Cristo e a sua intercessão. Cristo vive e, por isso, a nossa fé não falhará. Guardemo-nos de considerá-lo apenas como alguém que morreu por nós; jamais nos esqueçamos que ele vive para sempre.

O apóstolo Paulo manda que nos lembremos especialmente que ele ressuscitou, está à direita de Deus e também intercede por nós (Romanos 8.34). A obra que ele faz pelo seu povo ainda não acabou. Jesus ainda aparece na presença de Deus em favor deles e faz pela alma deles o mesmo que fez pela de Pedro. A vida presente do Salvador em favor de seu povo é tão importante quanto a sua morte na cruz dois mil anos atrás. Cristo vive, e por isso os cristãos verdadeiros também viverão (João 14.19).


J. C. Ryle

Fonte: Day by day with J. C. Ryle, Eric Russell, Christian Focus Pub., p. 221
Tradutor: Marcos Vasconcelos
www.mensreformata.blogspot.com

Devocional: Um tipo diferente de fariseu

Cresci em um ambiente legalista e rígido, que dava muito valor à aparência externa – como você se veste, o que você disse, o que você escutou, etc. Eu tinha três ternos para ir à igreja (3 vezes por semana) para vestir o meu melhor para Deus. Eu não tive uma televisão na maior parte da minha infância, por causa da “influência do mundo”. E ouvia apenas música cristã bem conservadora, porque me ensinaram que todas as outras músicas me afastariam de Deus.

Resumindo: eu era um bom fariseuzinho.

Com vinte e poucos anos, lentamente passei a fugir das armadilhas do legalismo. Comecei a ver que Deus era muito maior que a caixinha em que eu O havia confinado. Comecei a experimentar a alegria da liberdade e da graça, e me permita dizer: foi maravilhoso!

Eu troquei meus ternos e gravatas por camisas de rock e jeans rasgado.

Eu assisti a alguns filmes. Eu nunca pude vê-los enquanto crescia.

Eu troquei meus hinos por algo com mais batida e guitarra.

Eu percebi que Deus estava mais preocupado sobre meu coração que sobre como eu me apresento exteriormente. Ele queria um relacionamento, não religião.

Quanto mais eu começava a experimentar a graça de Deus, mais reagia e me afastava do legalismo em que cresci. Eu não queria nada mais com a subcultura cristã de “camisetas cristãs” e adesivos bregas de para-choque. Comecei a rir um pouco disso… eu usava uma camisa que estampava simplesmente “CAMISETA CRISTÔ (tenho que admitir, ainda é uma das minhas camisas favoritas).

Decidi que, se algum dia eu plantasse uma igreja, “Autenticidade” estaria no topo dos nosso valores fundamentais, pois se você não está sendo autêntico, você é um “deles”. E por “eles”, quero dizer as pessoas que vão à igreja todo domingo usando ternos enquanto ligam a rádio cristã em seus carros com adesivos de para-choque cristãos.

Tenho visitado igrejas nos últimos anos e escolhido meu guarda-roupa somente para “testar as águas”. Meu jeans e camiseta esburacados terão uma reação? Queria ter uma tatuagem para mostrar… o que eles pensariam disso? Embora eu talvez não expressasse minhas intenções tão descaradamente se me perguntassem, as atitudes estavam definitivamente sob a superfície.

Então, há algumas semanas, estávamos visitando uma igreja (eu estava vestindo jeans e camiseta, claro) em que a mensagem era sobre fariseus contemporâneos. Eu seguia tudo o que era dito, porque se havia uma coisa que eu não podia suportar era alguém que tenta vestir, falar e agir de uma certa maneira para provar seu relacionamento com Deus.

E então o pastor disse algo que me atingiu como uma tonelada de tijolos:

“Deus não está mais impressionado com nossas camisetas que com nossas gravatas”.

Espere um pouco: ele realmente quis dizer “Deus não está mais impressionado com nossas gravatas que com nossas camisetas”, certo? Afinal, eu estou vestindo uma camiseta na igreja, o que prova quão autêntico eu sou…

Oh.

Sem perceber, eu tinha trocado uma forma de hipocrisia por outra mais nova e legal. Desenvolvi uma autenticidade autojustificadora que me levou a rebaixar alguém que vestisse ternos ou cantasse hinos. Minha fé era mais real, mais “autêntica” que a deles.

Eu era apenas um tipo diferente de fariseu.

Eu tinha caído na mesma armadilha de que tentei fugir por tantos anos – comecei a agir como se Deus, de alguma forma, se impressionasse com o quão “autêntico” eu era exteriormente.

“Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura… porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” (1 Samuel 16.7)

Autenticidade é uma coisa engraçada. Deus a deseja, mas Ele não precisa dela. Ele já nos conhece interiormente. Não podemos guardar segredos de Deus. Autenticidade é mais sobre como agimos em relação aos outros. É importante ser “verdadeiro” com os outros, mas se não formos cuidadosos, nossa autenticidade pode tornar-se um distintivo que carregamos. Deus odeia máscaras… mas ele também odeia distintivos.

Não deixe sua calça hipster, suas bandas de louvor atuais ou Bíblia no iPhone te ludibriarem a pensar que você é de alguma forma mais perto de Deus que o cara de terno sentado no banco.

Talvez isso seja apenas algo que tive de combater. Mas, se alguma coisas dessas ressoam em você também, então minha oração é que possamos arrancar toda “autenticidade” farisaica que obstrui um relacionamento genuíno com Deus.

Brad Ruggles

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | original aqui

Estudo da Semana: Conselhos práticos sobre o jejum

O que é o jejum cristão?

O jejum cristão é a negação do apetite natural para a comida, de uma convicção do seu verdadeiro uso na Escritura, e com o propósito de glorificar a Deus, pela mortificação do pecado, e de gozar da misericordia, pelos méritos de Jesus Cristo somente.

1. Quanto ao modo, pode ser a rejeição completa da comida por um período de tempo (2 Sm 12:16), ou, é a rejeição parcial da comida por um período de tempo (Dn 10:2-3).

2. Não se pratica o jejum apenas pela veneração da tradição, embora os servos de Deus em todos os período da história observaram a prática do jejum. Nem se deve jejuar simplesmente porque uma autoridade tenha ordenado. Nem por legalismo de uma mera justiça externa com o objetivo de ser visto pelas pessoas (Mt 6:1, 16-18). Nem mesmo tem o propósito de promover alguma forma de ascetismo, especificamente, a crença de que o corpo é mal e por isso, tem que ser castigado. Pelo contrário, deve ser oferecido como um ato de louvor a Deus com uma convicção sincera de que Deus nos convoca para jejuar em certas ocasiões (Mt 17:21; At 14:23).

3. A meta principal de jejuar, como em todas as outras coisas, é para a glória de Deus (1 Co 10:31).

4. A meta secundária de jejuar é a mortificação do pecado. Devemos enfraquecer o domínio do pecado, humilhando e arrependendo-se do pecado, e experimentando o prazer da misericórdia e da graça de Deus (Rm 8:13; Gl 3:5-11).

5. A base de todas as bençãos que Deus graciosamente nos concede é somente e sempre a pessoa e obra de Jesus Cristo. Não há nenhum mérito em nossas obras de justiça, nem mesmo nos jejuns.

Onde se encontra a ensino do jejum na Escritura?
O jejum cristão é ensinado em toda a Escritura (2 Sm 12:16; Ne 1:4; 2 Cr 20:3; Jn 3:7, 8; Lucas 4:1-13; At 14:23; Mt 6:16-18; 17:21). Tanto na antiga, como na nova Aliança o povo de Deus praticou o jejum como um ato de consagração pessoal. O jejum não cessou no Novo Testamento, como alguns pensam, mas tem a sua continuidade comprovada tanto por Jesús, como pela Igreja no período posterior ao Pentecostes.

Porquê alguém deveria jejuar?
A motivação do jejum certamente é a questão mais importante quando se estuda este tema. Muitas pessoas são zelosas em se dedicarem ao jejum, todavia, o fazem com motivações erradas, e correm o risco de não serem aceitos por Deus. Pelo menos cinco razões poderão ajudar a esclarecer esta questão:

1. A prática do jejum é necessária, pois Deus ordena praticá-lo.

2. Porque os seus sentimentos e apetites estão inclinados para as coisas deste mundo, e no jejum você volta os seus sentimentos das coisas desta vida para as coisas de Cristo.

3. Porque o orgulho e a auto-suficiência impedem a sua convivência com Deus. O jejuar, entretanto, revela a sua insuficiência e a nossa plena satisfação em Deus. A debilidade física que se sente ao jejuar, deveria lembrar a fragilidade humana diante um Deus absolutamente soberano e infinitamente santo.

4. Porque você deseja mortificar o pecado e regozijar-se na misericórdia de Deus.

5. Porque você necessita de poder espiritual e sabedoria que procede de Deus. Os discípulos após terem recibido a autoridade de expulsar os demônios numa jornada missionária (Lc 9:1-6) regressaram para relatar as grandes coisas que se fizeram nas cidades por onde haviam passado (Lc 9:6, 10). Todavia, quando a autoridade sobrenatural concedida para a sua jornada missionária terminou, os discípulos necessitaram de recorrer a oração e ao jejum (Mt 17:21). Do mesmo modo os apóstolos, e as igrejas do primeiro século reconheciam a sua necessidade absoluta de sabedoria e poder para escolher e ordenar os presbíteros, com um tempo dedicado ao jejum e à oração (At 14:23).

Quem deveria jejuar?
Todos os que podem praticá-lo como uma obra de adoração a Deus com uma consciência sincera, sem superstição, legalismo, ascetismo, ou hipocrisia. Pode-se inclusive estimular as crianças para o jejum, do mesmo modo que se deve ensiná-los a orar, mas, eles devem ser instruídos acerca do que é o jejum com suficiente clareza, e sobre a sua necessidade.

Quando se deve jejuar?
Em geral, deveríamos jejuar muito mais do que costumamos fazer. Não podemos pensar em apenas jejuar somente quando temos problemas, mas também como uma medida preventiva para encher-nos com sabedoria e poder e evitar crises.

Como deve ser praticado o jejum?
O jejum pode ser praticado individualmente, ou em família, quando ocorre a necessidade pessoal. Com a igreja inteira, quando é convocada pelo pastor, ou pelos presbíteros. Como nação, quando é feito a convocação por um governante civil que é realmente cristão, e tem o propósito de direcionar todo o país ao arrependimento, e à submissão a Deus.
A prática do jejum não deve ser feita sem o devido cuidado, em que cada indivíduo deve observar a sua condição física. Cada pessoa possuí necessidades singulares, por isso, ela deve ser ciente das suas limitações, e tomar o cuidado necessário para que desejando obter saúde espiritual, não venha prejudicar a sua saúde física.

1. Não podemos esquecer de que o jejum, como o dia do descanso, foi feito para o homem, e não o homem para o jejum. Nada deveria levar a abstinência a tal extremo ao ponto de por em perigo a saúde física. Mas, quando a fraqueza física aparece por causa do jejum, não se deve pensar que não se é capaz de jejuar.

2. Se alguém tem problemas físicos (diabete, gastrite, úlcera, pressão alta, etc.), pode-se fazer um jejum parcial. Não coma para satisfazer o seu apetite, mas coma apenas para satisfazer a necessidade, evitando o mal-estar. Alimente-se de frutas, legumes, verduras, e água, apenas o necessário, de modo que não agrave o estado de saúde debilitada.

3. Se o seu trabalho exige esforço físico e você necessita se alimentar bem, faça um jejum por um período de tempo menor. Não pense que, porque o seu jejum não pode ser por um período longo que não será aceito por Deus, pois, Ele quer misericórdia, e não sacríficio (Os 6:6).

4. Ensine aos seus filhos sobre o jejum, e o modo como podem praticá-lo, pois, talvez, sejam incapazes de jejuar por um dia todo, mas, podem jejuar apenas um período do dia. Tenha cuidado para não prejudicar os filhos causando neles desnutrição.

5. Tenha cuidado de tomar uma quantidade suficiente de água quando estiver jejuando. Não beba refrigerante, sucos, café ou chá, pois eles satisfazem a fome, e podem prejudicar o objetivo do jejum.

6. Planeje o seu dia para que você possa ter em mente, durante o dia, que este período está separado para revelar a sua insuficiência, e a suficiência de Deus na sua vida.

7. Neste dia você não deve passá-lo ocioso, ou com ocupações de diversão e entretenimento. Ele deve ser seriamente dedicado para a oração, leitura das Escrituras e reflexão acerca da circunstância que motiva o jejum. Mas, se for um dia normal de trabalho e compromisos, mantenha em mente o seu propósito de jejuar.

8.Tenha cuidado para que o seu semblante não anuncie publicamente que está jejuando (Mt 6:1,16). Não demonstre uma cara de tristeza e angústia, mas mantenha a normalidade do seu dia, como outro qualquer. Não busque a atenção das pessoas sobre você, de modo que fique demonstrando o seu jejum (Mt 6:16-18). Mas, se alguém lhe perguntar porque você não está comendo, procure de maneira discreta responder-lhe que está em jejum, sem prolongar muito o assunto. Não há necessidade de mentir.

9. Quando você for iniciar o seu período de jejum, e também quando findá-lo, faça de modo solene. Recolha-se a um lugar, separe uma porção das Escrituras para meditar durante o tempo em que estiver jejuando, ore e estabeleça o início e o fim deste momento de consagração. No momento de terminar o jejum, também recolha-se, ore e entregue o seu jejum, agradecendo a Deus, porque Ele lhe preservou capacitando-o a cumprir este santo propósito.

Ewerton B. Tokashiki

Fonte: http://tokashiki.blogspot.com/

Devocional: Louvar a Deus é uma atitude do coração

É comum observar que alguns que muito tem, com abundância e mais do que precisam, por vezes permanecem em contínuo murmúrio pelo que julgam ainda lhes faltar. Nada lhes é suficiente. Outros, mesmo tendo pouquíssimo, o pouco que tem lhes basta para encher o coração de louvor e agradecimento a Deus.

Isto nos leva a uma percepção bíblica de que o louvor não é definido pelas circunstâncias da vida, mas pela atitude do coração.

O Salmo 34 é um convite ao louvor e à maturidade espiritual. Nele o salmista manifesta o seu compromisso de louvar ao Senhor em “todo o tempo”(v.1).

Louvar ao Senhor ao ganhar o que se desejou, ao ter o pedido atendido ou ao ser surpreendido por uma ótima notícia não exige nada especial do nosso coração. A proposta bíblica, porém, é bem mais ampla: é louvar a Deus em “todo o tempo”, no dia bom e também no dia mau, em plena saúde e nos dias de enfermidade, quando aplaudido ou quando criticado, ao receber uma resposta positiva do Senhor ou quando Ele nos fecha um caminho que desejávamos seguir.

Louvar a Deus em “todo o tempo” implica em reconhecer que todos os planos do Senhor são planos de amor. Que, de fato, todas as coisas cooperam, de alguma forma que pouco compreendemos, para o bem dos que sinceramente amam a Deus, e isto nos basta. Louvar a Deus em “todo o tempo” implica também em reconhecer que as circunstâncias da vida, mesmo as mais difíceis, possuem algum motivo de louvor.

Neste salmo não encontramos um cenário de perfeição que nos leva ao louvor, mas um louvor que é proferido na realidade da vida que possui seus desafios realistas e constantes. Os versos 4, 5 e 6 nos falam sobre temores, angústicas e prisões. O verso 8 nos leva, entretanto, ao reconhecimento de que além das cores que pintam o presente cenário da nossa vida, Ele é bom. Somos conduzidos não apenas a compreender a Sua bondade, mas a experimentá-la: “provai e vede que o Senhor é bom”! Deus não é apresentado como aquele que realiza atos de bondade, mas como aquele que é bom em sua essência. É da natureza de Deus ser bom.

Alguns passam por angústias e tornam-se murmuradores. Outros passam por angústias e reconhecem a bondade do Senhor. A diferença está na atitude do coração.

O louvor a Deus combate também a ansiedade da alma.Depressões, ansiedades, fobias e temores são as enfermidades do nosso século. Jamais tantos medicamentos foram produzidos e consumidos para estes problemas emocionais como hoje. Neste salmo vemos que, ao lidar com o louvor, pacificamos também nossos corações. No verso 1 ele nos fala sobre a alegria, no 2 sobre a libertação de nossos temores e no 5 da libertação das nossas angústias. Louvar a Deus alegra o coração do Pai e também pacifica a nossa alma, uma vez que reconheço que minha vida está nas mãos daquele que, em todas as coisas, é bom.

Em 1873 um navio francês, o Ville de Havre, seguia da costa leste americana para a Europa. Entre os passageiros encontravam-se a senhora Spafford e seus quatro filhos, esposa de um cristão piedoso, jovem advogado de Chicago. Nesta viagem o navio sofre um acidente e vem a naufragar, morrendo quase todos os tripulantes. Dias de desespero se seguem com a ausência de notícias para as famílias dos desaparecidos em alto mar. Finalmente o senhor Spafford recebe um telegrama comunicando que sua esposa foi encontrada ainda com vida, mas estava só. A mensagem sobre a perda de seus quatro filhos lhe aflige a alma. Ele chora e lamenta. Depois senta-se e escreve a letra de um hino que se tornaria conhecido em todo o mundo: “It is well with my soul” (Está bem a minha alma), conhecido como “Sou feliz com Jesus”. Nele ele diz:


Se paz a mais doce me deres gozar

se dor a mais forte sofrer

Oh, seja o que for, Tu me fazes saber

Que feliz com Jesus sempre sou


O louvor a Deus não é definido pelos marcadores da nossa história,mas sim pela bondade do Senhor que vai além das linhas do horizonte do entendimento da vida. Louvar a Deus é reconhecer que a Sua bondade será sempre maior do que qualquer tragédia que possa se abater sobre nossa existência. É cantar a Sua bondade nos dias de luz e alegria, e não deixar de fazê-lo nos dias de neblina forte e cores cinzas. Sua bondade é maior que a vida.

Um dia, em luz plena e eterna, cantaremos a Sua bondade, em “todo o tempo”. Não precisaremos de fatos da vida para fazê-lo. A Sua presença nos bastará.

Ronaldo Lidório

Fonte: http://www.ronaldo.lidorio.com.br/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

Devocional: Sou eu. Não sou eu.

Há alguns anos, uma revista me pediu para escrever um artigo. Ele deveria responder a uma questão simples: Qual o maior obstáculo para o Evangelho hoje? Eu tropecei nesse artigo hoje e pensei que deveria dividir com vocês.

Você conhece a história contada repetidamente, tenho certeza. G.K. Chesterton, junto com outros autores proeminentes de seu tempo, foram convidados pelo The Timespara responder à essa questão: “O que há de errado com o Mundo?”. Sua resposta foi bela em sua simplicidade e brilhante em sua profundidade.

Caros senhores,
Sou eu.
Sinceramente,
G.K. Chesterton

Enquanto pondero sobre os grandes obstáculos para o Evangelho, não posso deixar de sentir que as palavras de Chesterton são aplicáveis a essa questão também. Ao mesmo tempo, sinto como se elas estivessem erradas, muito erradas.

Eu, como cristão, sou um obstáculo para o avanço do Evangelho e para seu poder no mundo.

Eu sou um obstáculo ao Evangelho quando perco a confiança no Evangelho – na poderosa simplicidade das boas novas de que Jesus Cristo morreu para salvar pecadores. Nossa era tem visto mais inovações no Evangelho que qualquer outra. Temos um acesso sem precedentes a programas, técnicas e tecnologias que afirmam ser capazes de melhorar o avanço do Evangelho. Porém, como é fácil perceber que minha confiança está nos programas ou nos instrutores ou nas tecnologias, ao invés de estar na mensagem do Evangelho. Quão rápido sou em preferir mais minha própria mensagem e meus próprios métodos àqueles que Deus me deu.

Eu sou um obstáculo ao Evangelho quando falho em fazer aquilo que confesso. Quando afirmo seguir a Cristo, mas permito que minhas ações traiam minhas palavras, um mundo espectador zomba do Evangelho, e o faz justificadamente. Quando afirmo que fui transformado pela graça de Deus, mas vivo como se Deus não tivesse realizado qualquer mudança, faço outros desprezarem o Evangelho. Robert Robinson disse isso eloquentemente em seu grande hino “Come, Thou Fount of Every Blessing” [Fonte és Tu de Toda Bênção]: “Inclinado a desgarrar-me, Senhor, inclinado a deixar o Deus que amo”. Vivendo em constante tensão de ser santo e pecador, sou inclinado a desgarrar-me de Quem eu amo; inclinado a viver como se Ele nada fosse para mim. E nisto, sou um obstáculo ao Evangelho.

Da minha perspectiva humana, sou o maior obstáculo ao Evangelho. Mas a Bíblia me diz para olhar mais alto. Ela me diz com clareza gloriosa que nada, ninguém, é capaz de obstruir o Evangelho. Ela me ensina a pôr minha confiança no Deus cujos planos não podem ser frustrados. Minha falta de confiança no Evangelho, minha indiferença a isso e minha infidelidade em anunciá-lo não podem verdadeiramente ser obstáculos para a obra de Deus. Deus reina supremo sobre tudo.

Seu domínio é sempiterno,
e seu reino é de geração em geração.
todos os moradores da terra são por ele reputados em nada;
e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu
e os moradores da terra;
não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? (Daniel 4.34b-35)

Nenhuma pessoa que verdadeiramente busca a Deus será impedida de abraçar a Cristo como Senhor e Salvador. Cristo, o Bom Pastor, enviou Seu Espírito para reunir um povo para si. Cristo conhece suas ovelhas e suas ovelhas o conhecem. Ele as atrairá para si e nenhuma será perdida; nenhuma pode ser perdida. Longe de mim pensar que posso ficar no caminho de Deus, o Criador e Sustentador de tudo o que era, o que é e o que há de ser.

Qual é o maior obstáculo para o Evangelho hoje? Eu sou, mas nada é. Deus reina supremo.


Tim Challies

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui

Fonte: http://iprodigo.com/traducoes/sou-eu-nao-sou-eu.html

Devocional: O Segredo da Alegria Invencível

Jesus revelou um segredo que protege a nossa alegria da ameaça do sofrimento e da ameaça do sucesso. O segredo é este: Grande é a sua recompensa nos céus. E a soma dessa recompensa é alegrar-se na plenitude da glória de Jesus Cristo (João 17:24).

Ele protege a nossa felicidade do sofrimento quando diz:

Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus. (Mateus 5:11-12)

Nossa grande recompensa no céu resgata a nossa alegria da ameaça da perseguição e calúnia.

Ele também protege a nossa alegria do sucesso quando diz:

Alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seus nomes estão escritos nos céus. (Lucas 10:20)

“Senhor, até os demônios se submetem a nós em teu nome!” (Lucas 10:17) - Os discípulos foram tentados a colocar a alegria deles no sucesso do ministério, mas isso separaria a alegria deles da única âncora segura.

Então, Jesus protege a alegria deles da ameaça do sucesso ao prometer a grande recompensa no céu. Alegrem-se nisso: o nome de vocês está escrito nos céus. Sua herança é infinita, eterna e certa.

Nossa alegria está a salvo. Nem o sofrimento nem o sucesso podem destruir a sua âncora. Sua recompensa no céu é grande. Seu nome está escrito lá. É seguro.

Jesus ancorou na recompensa do céu a felicidade dos santos que sofrem. E ele ancorou a felicidade dos santos que são bem-sucedidos no mesmo lugar.

E assim Jesus nos livrou da tirania das dores desta vida e da tirania dos prazeres terrenos.

John Piper

Traduzido por Daniel TC | iPródigo | Original aqui.

http://iprodigo.com/traducoes/o-segredo-da-alegria-invencivel.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iprodigo+%28iPródigo%29

Devocional: Cuidado! Não esqueça o principal

Conta a lenda, que certa vez uma mulher pobre com uma criança no colo, ao passar diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que lá de dentro dizia: “Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não esqueça o principal. Lembre-se porém de uma coisa: depois que você sair, a porta se fechará para sempre! Portanto, aproveite a oportunidade, mas não esqueça o principal…” A mulher entrou na caverna, e lá encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar ansiosamente tudo o que podia em seu avental. A voz misteriosa então, falou novamente: “Você só tem oito minutos.” Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou… Lembrou-se então, que a criança ficara lá dentro e que a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco, e o desespero durou para toda a vida.

Pois é, o mesmo acontece às vezes conosco. Temos muitos anos para vivermos neste mundo e uma voz sempre nos adverte: “Não esqueça o principal!” E o principal são os valores espirituais, a oração,a vigilância, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto, que o principal vai ficando sempre de lado… Assim, esgotamos o nosso tempo aqui e deixamos de lado o essencial: “Os tesouros da alma”.

Caro leitor, a luz deste pequeno conto gostaria que você respondesse para si mesmo dizendo o que o dinheiro tem significado para você?

Lembre-se que lamentavelmente por amor ao dinheiro, muita gente tem negociado seus valores, vendido a moral e abandonado a família e não são poucos que em virtude disto tem perdido seu lar e seus filhos.

Pense nisso!

Renato Vargens

Fonte: http://renatovargens.blogspot.com/2011/01/cuidado-nao-esqueca-o-principal.html

Devocional: Canção do Evangelho (John Piper & Sovereign Grace Ministries)

CANÇÃO DO EVANGELHO

Santo Deus só por a – mor
fez-se Homem, Salvador.
Meu pecar levou na cruz;
vivo, pois morreu Jesus.

Santo Deus só por a – mor
fez-se Homem, Salvador.
Meu pecar levou na cruz;
vivo, pois morreu Jesus.

The Gospel song, letra de Drew Jones e música de Bob Kauflin.
Letra ©2002, de Sovereign Grace Worship (ASCAP). Tradução ©2008, de Fabiano Silveira Medeiros.
Música ©2002, de Sovereign Grace Praise (BMI). Sovereign Grace Music, divisão de Sovereign Grace Ministries. Dos álbuns Songs for the cross centered life e Awesome God. Todos os direitos reservados. Direitos internacionais assegurados. Administração nos Estados Unidos pela Integrity Music. Administração internacional pela CopyCare International.
John Piper & Sovereign Grace Ministries – A Canção do Evangelho
Usado com permissão.

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Fonte: Voltemos ao Evangelho: http://voltemosaoevangelho.com/blog/
Por: John Piper e Sovereign Grace. Website: desiringgod.org e sovereigngracemusic.org
Tradução e Edição: Voltemos ao Evangelho.

Estudo da Semana: Os Pecados dos Crentes

Os filhos de Deus geralmente não caem nos grandes e bem-conhecidos pecados, mas, segundo a Palavra de Deus, há pecados que elas cometem freqüentemente. Estes pecados, são como pequenas raposas que estragam a uva (nossas vidas), tornando-nos infrutíferos.

Mas quais são estes pecados?

Aqui estão alguns deles.

  1. Saber fazer o bem, mas não fazê-lo (Tiago 4:17). Deus nos manda repetidamente, que devemos fazer bem a todos, principalmente aos domésticos da fé (Gálatas 6:9,10; Tito 2:14; Mateus 25:34,35). O Senhor Jesus foi um exemplo para nós, neste aspecto. Nós lemos em Atos 10:38 que “Ele andou fazendo bem.” Quão devagar nós estamos no obedecer deste mandamento!
  2. Não orar pelos próximos (falta de oração). I Samuel 12:23. Nós freqüentemente oramos por nós mesmos, pelos membros de nossa família, pela nossa igreja, mas nos esquecemos de orar para os servos do Senhor, para os missionários, para as doentes, pelos reis e por todos que estão em autoridade, e também para muitos outros (Efésios 6:17,18; I Timóteo 2: 1,2). Este é uma das “pequenas raposas”. Nós devemos orar por todos.
  3. O pecado de fazer decisões e seguir o nosso caminho sem fé (Romanos 14:23). Sim, qualquer coisa que não esteja de acordo com a Palavra de Deus, não é de fé (Isaías 8:20). Muitos Cristãos decidem e fazem coisas, sem olhar às Escrituras para conhecer o desejo de Deus. Outros estragam suas vidas, com jugos desiguais ou amizades inconvenientes (II Coríntios 6:14). É uma pena!
  4. O pecado de fazer acepção de pessoas, ou o de agradar aos homens mais de Deus (Tiago 2:1-9; Gálatas 1:10). Este pecado é comum em muitas igrejas. Mais cargos ou posições são dadas aos ricos e educados, do que às pessoas espirituais que não são ricas ou educadas. Tenha cuidado de não fazer acepção de pessoas.
  5. O pecado de não ser generoso com Deus (Malaquias 3:8,10; Lucas 6:38). Este é um fato em que, o povo de Deus não ofertam o suficiente a Deus. No tempo do Velho Testamento os Israelitas davam dízimos e ofertas a Deus. Agora, nós não damos metade disto. Muitos roubam a Deus dizendo, “Nós não estamos no tempo da Lei.” Se no Velho Testamento os santos davam dízimos, poderíamos dar menos? Leia Gênesis 14:20; 28:22; Mateus 23:23. Oremos para que o Senhor livra-nos deste pecado e nos ensine a dar assim como Ele nos mandou a dar (II Coríntios 9:6).
  6. Não buscar primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33). Somente temos tempo para as nossas próprias necessidades. Trabalhamos duro para ganharmos mais, algumas vezes deixando de lado as reuniões por isso, mas não temos tempo para o estudo da Palavra de Deus; para orar, para visitar e praticar o evangelho diante os não salvos. Este é um outro pecado que tem arruinado muitas vidas.
  7. O pecado de mentir (Colossenses 3:9). Muitas vezes mentimos sem saber o que fizemos. Nós cantamos com vozes altas, “Mais de Cristo” mas não temos a consagração real. Nós cantamos, “Tudo Entregarei” mas a oportunidade vem para ofertar e damos muito pouco. Nós pregamos mas não vivemos a mesma mensagem. Que aprendemos a sermos fazedores da Palavra (Tiago 1:22).
  8. O pecado de não amarmos os nossos irmãos como o Senhor nos mandou a amar (João 15:12; Tiago 2:8, I João 3:16,18). O Senhor freqüentemente nos disse, “Que vos ameis uns aos outros; como Eu vos amei a vós.” (João 13:34; 15:12). Muitas vezes amamos apenas de boca, mas não pelas ações. Alguns amam apenas aqueles que os amam ou que estão próximos a eles, mas não têm nenhum amor por aqueles que são diferentes a eles. Que aprendemos a amar nossos irmãos como nos amamos a nós mesmos.

Meu caro irmão, mate estas pequenas raposas, para que elas não façam você infrutífero. Oremos para que o Senhor nos guarde destes pecados, para que possamos viver a glorificar o Salvador Quem nos amou e nos deu a Si mesmo por nós.

Autor: N. Nazarian (Chapel Library)
Tradução: Gustavo Stapait Viana 11/01 – Revisão: Calvin G. Gardner 11/01
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

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