Arquivo de junho 2011

Devocional: O Inverno da Aflição

“Verão e inverno, tu os fizeste”. (Salmos 74.17)

 Ó minha alma, começa a estação de inverno com o teu Deus. A geada fria e os ventos congelantes lembram-te que Ele guarda a sua aliança com o dia e a noite. Podes ter certeza de que Ele também guardará a gloriosa aliança que fez contigo na pessoa de Jesus. Aquele que é fiel à sua palavra na mudança de estações deste mundo infeliz e contaminado pelo pecado não se mostrará infiel em seus lidares com o seu próprio Filho amado.

O inverno na alma não é, de modo algum, uma estação confortável. Se agora você está passando por essa estação, tal experiência lhe será bastante dolorosa. Mas existe uma consolação, ou seja, o Senhor tem permitido isso. Ele envia os bruscos ventos da adversidade para congelar os botões de flor da expectativa. Ele espalha a geada, em semelhança de cinza, sobre as campinas verdes de nossa alegria. Ele lança seu gelo em pedacinhos congelando as fontes de nosso deleite. Ele faz tudo isso. Ele é o grande Rei do inverno e governa nos domínios do frio; portanto, você não pode reclamar. Perdas, cruzes, opressão, doença, pobreza e mil outras calamidades são enviadas pelo Senhor e nos têm sobrevindo com um propósito sábio. O frio mata insetos nocivos e põe um fim em doenças severas. Abre a terra endurecida e amolece o solo. Oh! que esses resultados benditos sempre acompanhem nossos invernos de aflição! Como valorizamos o fogo agora! Quão agradável é o seu brilho! Louvemos ao nosso Senhor da mesma maneira, Aquele que é a fonte constante de calor e conforto em toda hora de tribulação.

Aproximemo-nos do Senhor e encontremos alegria e paz em nosso crer. Envolvamo-nos com as vestes calorosas das promessas dEle e saiamos aos labores adequados desta época. Ser como o preguiçoso que não lavra por conta do frio resultará em severas conseqüências, pois terá de mendigar até mesmo no verão e nada terá.

C.H. Spurgeon

http://www.charleshaddonspurgeon.com

Devocional: Você é amado(a)!!

 

 

Fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

Devocional: O Alfa e o Ômega

Deus faz de si mesmo o fim supremo da criação.

Fica claro que as Escrituras indicam em todas as ocasiões que Deus fez de si mesmo o fim de todas as suas obras, como se o mesmo ser que é a causa primária fosse o fim último de todas as coisas. Lemos, portanto, em Isaías 44.6: “Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus”. Isaías 48.12: “Eu sou o mesmo, sou o primeiro e também o último”. Apocalipse 1.8: “Eu sou o Alfa e Omega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso”. Apocalipse 1.17: “eu sou o primeiro e o último”. Apocalipse 21.6: “Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim”. Apocalipse 22.13: “Eu sou o Alfa e o Omega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim”.

Uma vez que Deus é chamado com tanta freqüência de último e de fim, bem como de princípio e primeiro, fica implícito que ele é a causa primária e eficiente e a fonte da qual todas as coisas se originam; assim, ele é a causa última e terminante para a qual elas foram feitas; o ponto final para onde todas elas convergem. Esse parece o significado mais natural dessas expressões e é confirmado por outras passagens paralelas, como Romanos 11.36 (“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas”). Colossenses 1.16 (“pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele”). Hebreus 2.10 (“Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem”) e Provérbios 16.4 que diz claramente: “O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins”.

Também se pode observar o modo pelo qual Deus é retratado como o último, para o qual e pelo qual todas as coisas existem. As Escrituras mostram claramente que essa maneira é oportuna [isto é, apropriada] e adequada, uma ramificação da sua glória; uma prerrogativa que convém a um Ser grande, infinito e eterno; algo próprio da dignidade daquele que está infinitamente acima de todos os outros seres, que é a origem de todas as coisas, do qual todas as coisas consistem e, em comparação com o qual todas as outras coisas são nada.

Jonathan Edwards

Fonte: http://www.jonathanedwards.com.br

Devocional: Felicidade Inconcebível

“O grande entrosamento de tudo para mim”

Assim foi como Edwards o explicou. Ele pregou um sermão quando ainda tinha a idade de 20 e poucos anos com o seguinte ponto central: “Os piedosos são designados para uma felicidade nunca conhecida e inconcebível”. Seu texto foi 1João3.2:”… ainda não se manifestou o que haveremos de ser”.

[A] glória de Deus [não] consiste meramente na criatura perceber as perfeições de Deus: pois a criatura pode perceber o poder e sabedoria de Deus, e contudo não se deleitar, mas ter aversão a isso. Aquelas criaturas que assim fazem não glorificam a Deus. Nem a glória de Deus consiste especialmente em se falar de suas perfeições: pois palavras não têm outro valor senão expressar o sentimento da mente. Essa glória de Deus, portanto, [consiste] na criatura admirar e regozijar-se [e] exultar na manifestação de sua beleza e excelência…. A essência de glorificar … Deus consiste, portanto, na criatura se regozijar nas manifestações de sua beleza, que é a alegria e felicidade da qual falamos. Então vemos que no fim chega a isso: o fim da criação é que Deus pode comunicar felicidade à criatura; porque se Deus criou o mundo para que possa ser glorificado na criação, ele o criou para que eles pudessem regozijar-se em sua glória: pois já mostramos que são a mesma coisa.

Este foi o grande entrosamento de tudo para mim – o descobrimento. Qual o sentido da vida? Para que era? Por que existo? Por que estou aqui? Para ser feliz? Ou para glorificar a Deus? Sem que isso fosse dito durante anos, havia em mim o sentimento de que eram duas coisas desencontradas. Ou você glorifica Deus ou você busca a felicidade. Um parecia absolutamente certo; o outro parecia absolutamente inevitável. E foi por isso que eu estava confuso e frustrado por tanto tempo.

Tornando mais complexo o problema, muitos que pareciam enfatizar a glória de Deus em seu pensamento pareciam não se deleitar muito nele. E muitos que mais pareciam deleitar-se em Deus eram deficientes em seu pensamento sobre a glória dele. Mas aqui estava a maior mente da América colonial, Jonathan Edwards, dizendo que o propósito de Deus para minha vida era que eu tivesse uma paixão pela glória de Deus e que eu tivesse uma paixão por minha alegria naquela glória, e que as duas são uma só paixão.

Quando enxerguei isso, eu vi, finalmente, o que seria uma vida desperdiçada e como evitá-la.

Deus criou-me – e criou você – para viver com uma paixão única que a tudo abarca, que a tudo transforma – a saber, uma paixão por glorificar a Deus por meio do deleitar-se nele e demonstrar sua suprema excelência em todas as esferas da vida. Deleitar e demonstrar: ambos são cruciais. Se tentarmos ostentar a excelência de Deus sem nos alegrarmos nisso, exibiremos uma casca de hipocrisia e criaremos escárnio ou legalismo. Mas se afirmamos que nos deliciamos com sua excelência e não o mostramos para que outros o vejam e admirem, enganamos a nós mesmos, porque a característica da alegria extasiada com Deus é transbordar e estender-se aos corações de outras pessoas. A vida desperdiçada é a vida sem uma paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas para a alegria de todos os povos.

John Piper

Fonte: http://www.jonathanedwards.com.br

Estudo da Semana: Jesus teve indisposição estomacal?

Jesus poderia ter sofrido de indisposição estomacal? Um resfriado? Uma dor de cabeça?
Semana passada uma amiga me ligou no escritório, e fez uma pergunta que ela queria ajuda para responder. Jesus poderia ter sofrido de indisposição estomacal? E um resfriado? Uma dor de cabeça? A pergunta estava embasada em algo um pouco mais profundo. Como as doenças são parte da maldição da Queda, será que a natureza sem pecado de Jesus teria impedido que ele adoecesse?
Na mesma noite, um dos meus filhos nos acordou durante a noite, chorando por causa de uma dor de estômago e todas as coisas desagradáveis que vêm junto. Enquanto via seu pequeno corpo tremer ao vomitar, pensei na pergunta daquela mulher. Será que Maria também viu seu pequeno primogênito em apuros parecidos?
Por que é tão difícil para nós imaginarmos Jesus vomitando?
Em primeiro lugar, é difícil para nós imaginarmos a natureza radical da Encarnação. Não importa o quão ortodoxa seja a nossa doutrina, todos nós tendemos a imaginar Jesus como uma figura bidimensional, uma aura de luz fixada sobre sua cabeça. Mas o evangelho nos fala que Jesus assumiu cada aspecto de nossa “carne e osso” para poder nos redimir do poder do diabo (Hebreus 2.14-15).
A Escritura repetidamente fala sobre o cansaço de Jesus, sobre sua digestão, para levantar o ponto de que Cristo realmente se identificou conosco em todos os aspectos de nossa humanidade comum, exceto pelo nosso pecado (Hebreus 4.15).
O próprio início da história de Cristo nos conta que parte da profecia do Messias é que ele estaria envolto em panos (Lucas 2.12). Por que você envolve um bebê em panos? Pela mesma razão que talvez você envolva seu bebê em fraldas, ou o cubra com um lençol. Você quer aquecê-lo, e protegê-lo do sereno. Isso significa que o próprio começo de sua vida mostra o quanto Jesus é nosso irmão, compartilhando dos mesmos sistemas nervosos e digestivos que nós.
Também é difícil para nós imaginarmos a natureza radical da substituição. Claro, nós entendemos o sofrimento de Jesus na cruz, em nosso lugar. Mas a Cruz foi a culminação, não o começo da identificação de Cristo conosco. Jesus adentrou um mundo decaído pelo pecado, amaldiçoado com espinhos, morte e, sim, doenças. Apesar de Jesus claramente demonstrar poder sobre as doenças em seu ministério de curas, e sobre a própria morte, ele se juntou a nós voluntariamente, em um mundo de dor e sofrimento, com o propósito de oferecer um sacrifício e restaurar a paz da humanidade com Deus e com a natureza.
“Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento,” escreve o autor de Hebreus (2.10). “Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, uma vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5.8-9).
Foi por isso que Jesus enfrentou o sofrimento da tentação. Foi por isso que ele sentiu fome e sede. Foi por isso que ele experimentou a morte e o abandono de seus amigos. Foi por isso que ele tremeu, suando sangue, em angústia, no Getsêmani, ao ver que sua execução se aproximava. E foi por isso que ele foi espancado, humilhado e chicoteado com pregos. Jesus não foi poupado de qualquer aspecto da condição humana, exceto pela nossa rebelião. Ele não foi poupado de algo tão comum quanto nossas doenças.
Só que não parece muito certo imaginar Jesus com febre ou vomitando. Mas o escândalo é justamente esse. Não parecia certo para muitos imaginar Jesus realmente de carne e osso, cheio de sangue, intestinos e urina. De alguma forma, isso parecia destituí-lo de sua divindade. Certamente não parecia muito correto para muitos imaginar o unigênito do Pai se retorcendo de dor em uma cruz, gritando ao se afogar no próprio sangue. Isso é humilhante, indigno. E o objetivo é esse. Jesus se uniu a nós em nossa humilhação, em nossa indignidade.
Eu espero que você não tenha problemas estomacais nesse ano, ou uma gripe, um resfriado ou uma febre. Mas se acontecer, espero que você se lembre, só por um momento em seu desconforto, que Jesus passou por tudo que você enfrentará. Ele deve ter sofrido com náuseas, calafrios ou hematomas, assim como você. E ele enfrentou coisas muito, muito piores.
Mas, enquanto você estiver assim, lembre-se do evangelho da encarnação e substituição, um evangelho que vem, como diria a antiga canção, para fazer as bênçãos conhecidas “muito mais que as maldições são encontradas”.

Russell Moore

Fonte: www.iprodigo.com

Devocional: O Senhor pessoalmente guarda sua vinha

“Eu, o SENHOR, a guardo, e cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei.” (Is 27:3 ACF)

Quando o Senhor fala em Seu próprio nome, e não pela voz de um profeta, a Sua palavra tem uma singular importância para as almas crentes. Aqui nos é dito que o SENHOR mesmo é quem guarda a vinha; não a confia a nenhum outro, senão que é Ele quem cuida dela pessoalmente. E não estão bem guardados aqueles a quem Deus guarda?
Receberemos uma rega agradável, não somente a cada dia e a cada hora, mas a “cada momento”. Com que rapidez deveríamos crescer! Que fresca e frutífera deveria ser cada planta! Que cachos tão abundantes deveriam produzir as vinhas!
Se os inimigos vierem: as zorras pequenas e o porco montês, o Senhor guardar-nos-á, defender-nos-á “de noite e de dia”. Quem pode, pois, danificar-nos? Por que temer? Ele cuida, rega e guarda. Que mais necessitamos?
Duas vezes, neste versículo, o Senhor nos diz que Ele guardará. Quanta verdade, quanto poder, quanto amor e quanta imutabilidade achamos no SENHOR! Quem pode resistir à Sua vontade? Se Ele diz “a guardo”, quem poderá pô-lo em dúvida? Quando Deus diz «a guardo», podemos fazer frente a todas as hostes do pecado, da morte e do Inferno. Oh, Senhor, pois que Tu dizes “a guardarei”, eu respondo: “Louvar-Te-ei!”

C. H. Spurgeon

Faith’s Checkbook
Fonte: www.projetospurgeon.com.br
www.spurgeon.org
Livro de Cheques do Banco da Fé
Tradução de Carlos António da Rocha

http://no-caminhodejesus.blogspot.com/

Devocional: A glória de Deus e seus “efeitos colaterais”

“O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre” é a resposta à primeira pergunta do Breve Catecismo (Qual é o fim principal do homem?). Ela aponta para a afirmação de Paulo de que “dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” e para sua ordem aos coríntios de fazer tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).

Assim deveria ser a vida do cristão, porém muitas vezes nos perdemos e acabamos direcionando todas as coisas que deveriam ser para a glória de Deus para outro objetivo. Para exemplificar quero abordar somente duas questões, a evangelização e o testemunho cristão.

Sabemos que a Bíblia ordena a evangelização. Somos chamados para proclamar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). A proclamação tem por objetivo a glória de Deus, independente dos seus resultados. Quando a Palavra de Deus é anunciada com fidelidade, glorifica o Senhor ainda que endureça os corações. Muitas vezes ela será pregada justamente para isso. É bom lembrar que o próprio Senhor, respondendo à pergunta dos discípulos sobre a razão de falar por parábolas, afirmou: “A vós outros é dado conhecer os mistério do reino dos céus, mas àqueles não é isso permitido” (Mt 13.11).

Quando se perde a perspectiva de que a razão primária para a evangelização é a glória de Deus e entende-se que ela se presta primeiramente para salvar os pecadores, o evangelho acaba por ser maculado e distorcido e os métodos são os mais pragmáticos, pois visam simplesmente a fazer prosélitos e, para isso, é bom apresentar uma mensagem que soe bem aos ouvidos do pecador.

O testemunho cristão também é ordenado. No sermão do monte o Senhor afirmou que seus discípulos são a luz do mundo e que essa luz deveria brilhar diante dos homens para que estes, vendo suas boas obras, glorificassem ao Pai do Céu (Mt 5.16). A razão primária para um bom testemunho, portanto, é a glória de Deus. É claro que quando o crente é uma fiel testemunha do Senhor seus atos o fazem ser vistos como uma boa pessoa, ou, em outras palavras, ter uma boa reputação. Por isso, Pedro pergunta a seus leitores: “Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom?” (1Pe 3.13).

Quando, porém, a preocupação primária é com a reputação, em vez da glória de Deus, o homem acaba por se tornar um fariseu. Os fariseus faziam muitas coisas boas, mas sempre com a motivação errada. Eles davam esmolas (Mt 6.2), oravam (Mt 6.5), jejuavam (Mt 6.16) e o Senhor afirma que tudo isso era feito diante dos homens, com o fim de serem vistos por eles, atitude que deveria ser evitada por seus discípulos (Mt 6.1).

Ainda que querer ver pecadores salvos e ter uma boa reputação sejam coisas boas, elas não podem ser um fim em si mesmas, pois isso não trará glória a Deus. Vivendo, porém, o cristão para a glória do seu Redentor, elas podem ser um maravilhoso “efeito colateral” que decorrerá de uma motivação piedosa e santa.

Deve ficar claro, entretanto, que viver para a glória de Deus nem sempre trará resultados bons aos nossos olhos. No texto em que Pedro pergunta aos leitores sobre quem os maltrataria se fossem zelosos do que é bom ele contempla também a possibilidade de sofrimento e, sem deixar espaço para que alguém pensasse ser injusto sofrer por fazer o que era certo, ele anima os irmãos dizendo: “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois […[, porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal” (1Pe 3.14,17).

Confiados no Senhor, vivamos então para a sua glória, sabendo que os resultados desse viver sempre ocorrerão de acordo com sua vontade soberana e, quer sejam bons ou ruins (pela nossa perspectiva), sempre cooperarão para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28).

Milton Jr.

 

Fonte: http://mentecativa.blogspot.com

Devocional: Creia e Ore


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Devocional: Doe-se de maneira renovada a Deus

Doe-se de uma maneira renovada a Deus e ao serviço dele, e ele lhe dará o desejo e o poder para descortinar seus tesouros; o doar-se a ele pode ser por meio de bens, do tempo, do serviço pessoal, ou da própria vida.

Nas provisões dele, há lugar para tudo: as lágrimas do penitente, o pão de cevada da criança, as duas pequenas moedas de cobre da viúva, as economias dos filipenses que viviam em “extrema pobreza”, como também Maria, que ungiu Jesus com perfume, a terra de Barrabás, o ouro, o incenso e a mirra dos magos do oriente.

E se a visão de Cristo estiver diante de seus olhos e o amor de Cristo em seu coração, o homem de fortuna doará sua grande oferenda, o homem de erudição, sua sabedoria comprada a alto preço, o homem de negócios seu prazer conquistado a muito custo, tudo isso para a glória de Deus, para o benefício de seu companheiro, para a igreja ou para o pobre; para alimentar o faminto, para ensinar o ignorante, para ajudar os que enfrentam lutas, para guiar o errado; e cada dom será bem recebido por ele, que deu a si mesmo por nós e que, em troca, pede que nos demos a ele em sacrifício vivo.

John Ellerton

Fonte: http://cincosolas.blogspot.com/

Devocional: Conselhos preciosos contra as armadilhas de Satanás

Então ouvi uma forte voz dos céus que dizia: “Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.” (Apocalipse 12.10-11)

 

Satanás é um acusador e um enganador. Em ambos os casos, suas armas são as palavras, e é por isso que devemos combatê-lo com a palavra de nosso testemunho.

Em outras palavras, é através de nossa crença no Evangelho e nossa confiança no poder de Jesus Cristo que nós podemos enfrentar seguros as mentiras e acusações de Satanás. E é pela verdade da palavra de Deus – na qual nos baseamos e acreditamos mesmo diante da morte – que podemos expor e destruir os enganos do Enganador. É assim que batalhamos, com a espada do espírito, a palavra de Deus.

Assim, quando Satanás sussurrar “Será que Deus pode realmente te perdoar? Seus pecados podem mesmo ser esquecidos?”, você responde com confiança: “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8.1-2)

Quando o Diabo diz que a sua situação não tem solução, quando ele te chama de escravo e diz que você não é capaz de mudar, você pode responder: “Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus. Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo.” (Romanos 8.8-9)

E quando Satanás sugere que não importa como vivemos, que a graça e a liberdade são desculpas para fazermos o que quisermos, devemos responder: “Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão” (Romanos 8.13)

E quando nosso Inimigo aponta para nosso sofrimento e diz “Olha, Deus não é confiável. Certamente, não te adianta de nada servir a esse Mestre”, nós iremos informá-lo que “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada.” (Romanos 8.18)

E se Satanás tentar nos fazer acreditar que Deus está nos causando dor de propósito, vamos lembrá-lo que “Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto.” (Romanos 8:22)

Se ele espalhar a mentira de que nossos problemas irão acabar conosco, que Deus não pode nos ajudar, declararemos “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam” (Romanos 8.28)

E quando ele nos mostrar nossa fraqueza, quando ele apontar os fracassos da igreja, quando ele nos acusar de termos decepcionado Deus e nos fazer duvidar do poder do Evangelho e do triunfo final dos santos, quando ele vir a nós com palavras e com todas as armas do mundo, nós nos levantaremos com um brado desafiador: “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 8.37-39)

Satanás está louco para destruir a igreja. Ele expele acusações perversas como um dragão, e sussurra enganos como uma serpente. Ele está perseguindo a mulher e o seu filho. Mas a salvação, e o poder, e o reino pertencem a Deus e a Cristo, nosso Rei. E nós iremos vencer o diabo, pelo sangue do Cordeiro e pela palavra de nosso testemunho.

Kevin DeYoung

Fonte: http://iprodigo.com

Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com

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